Por Leo Nunes.
Apreensão de barracas e mercadorias dos camelôs, demolição de construções irregulares, recolhimento de meninos de rua e mendigos, corte de gastos com obras consideradas supérfluas, rígida fiscalização contra transportes coletivos ilegais, interdição de boate funcionando sem alvará, suspensão da venda de bebidas alcoólicas ao redor do Maracanã em dias de jogos, proibição de futebol e churrasquinho nas areias das praias, essas, entre outras, são ações que estão sendo tomadas pela nova prefeitura do município do Rio de Janeiro.
Eduardo Paes declarou que precisará de oito anos para que a ordem no Rio atinja quase os cem por cento, pois muita coisa está fora do lugar devido aos desleixos das gestões anteriores. O atual prefeito foi eleito pela maioria da população carioca que é formada pelas classes média e baixa, e estas são as maiores vítimas envolvidas nas intervenções citadas no começo do texto. Apesar de a ordem urbana estar sendo benéfica para a cidade, muitos reclamam que estão deixando de granjear seu “ganha-pão”.
Será que o prefeito conseguirá votos desses mesmos eleitores para sua reeleição, daqui a quatro anos, para cumprir suas metas?
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